Em Juiz de Fora

Flávio acusa Lula de deixar ‘caos como legado’ e dispara: ‘Brasil está sem comando’

Candidato do PL também reage à decisão de Flávio Dino e questiona a atuação do ministro na condução do caso

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Flávio Bolsonaro durante ato em Juiz de Fora. (Foto: Reprodução/Redes sociais/Acervo pessoal).

Ao chegar a Juiz de Fora (MG), acompanhado por apoiadores, Flávio Bolsonaro (PL) comentou o cenário político e a situação do país. Segundo o candidato, o Brasil vive um período de falta de comando e atribuiu ao governo Lula (PT) parte dos problemas enfrentados atualmente.

“O Brasil está sem Presidente, o Brasil está sem comando. Tudo o que está acontecendo é um caos como legado do Lula”, disse.

Emocionado ao relembrar a facada sofrida pelo pai, Jair Bolsonaro, há oito anos na cidade mineira, Flávio afirmou que Juiz de Fora representa o “segundo nascimento do presidente Bolsonaro”.

“É um momento de reflexão e farei o trajeto com nossos aliados e com o povo, que está ao nosso lado para completar o trajeto que meu pai não conseguiu completar. Passarei pelo mesmo local, mas diferente do meu pai vou chegar até o final e me dirigir ao povo mineiro e ao povo de Juiz de Fora em agradecimento por todo o carinho que sempre tiveram com o presidente Bolsonaro. Vamos segurar a emoção, mas falar de propostas de importância para o Brasil”, afirmou.

Também participaram da agenda o candidato ao governo de Minas Gerais pelo PL, Flávio Roscoe, o candidato ao Senado Domingos Sávio (PL), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e apoiadores.

Decisão sobre a Polícia Federal

Flávio também comentou a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou, nesta quarta-feira (9), o retorno de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

“Um ex-ministro do Lula, que é o Flavio Dino, dá uma canetada completamente contra os precedentes históricos do Supremo, tentando interferir num processo judicial. Então, o delegado peticiona num processo que não pode peticionar, o ministro revoga a decisão de outro ministro, numa ação que ele não tem competência. Eu quero ganhar as eleições nas urnas, no voto, e o Lula quer ganhar no tapetão”, declarou.