Paraná Pesquisas
Amapá: Dr. Furlan resiste aos ataques e abre vantagem de 20 pontos nos votos válidos
Além de estar atrás nas pesquisas, Clécio tem maior rejeição: 35,6%
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Dr. Furlan e Rayssa Furlan lideram pesquisas no Amapá. Foto: Instagram pessoal
Levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas aponta Dr. Furlan (PSD) com 55,7% no cenário estimulado para governador, sinalizando vitória em primeiro turno, quando seu adversário Clécio (União tem 37,4% das intenções de voto. No Senado, Rayssa Furlan (PSD) tem 54% das menções em voto estimulado. Poré, ao serem considerados os votos válida, a vitória de Dr. Furln parece ainda mais evidente: ele tem 59,2%, vinte ponto percentuais a mais que o adverário, que soma 39,7%.
A pesquisa mostra o favorito Dr. Furlan na liderança para o Governo do Estado, embora Clécio tenha registrado crescimento após a sequência de denúncias e acusações contra o principal adversário, que alega ser vítima de uma verdadeira indústria de fake news do gruponaliado de Davi Alcolumbre, que apoia Clécio.
No Senado, Rayssa Furlan aparece isolada na frente nas intenções de voto estimuladas.
Governador: Furlan à frente
Na pergunta espontânea (sem apresentação de nomes), Dr. Furlan aparece com 43,0%, seguido por Clécio (29,0%). O percentual de “não sabe/não opinou” chega a 23,2%, e “ninguém/branco/nulo” a 4,5%. Candidatos como Carlos Cley ficam com 0,1%.
No cenário estimulado 1 (com lista de nomes), os números sobem para:
- Dr. Furlan: 55,7%
- Clécio: 37,4%
- Delegado Marcos: 0,5%
- Carlos Cley: 0,4%
- Jairo Palheta: 0,1%
- Nenhum/branco/nulo: 3,2%
- Não sabe: 2,7%
O comparativo com pesquisas anteriores do mesmo instituto no cenário 1 revela o movimento: Furlan caiu de 65,6% em julho para 59,4% em agosto e 55,7% em setembro. Clécio subiu de 26,3% para 32,1% e agora 37,4%.No cenário 2 (disputa mais polarizada entre os dois principais), Furlan marca 56,5% e Clécio 38,1%. Nos votos válidos, a diferença fica em 59,7% a 40,3%. A série histórica desse cenário mostra Furlan estável em torno de 65% até julho e depois em queda (60,3% em agosto e 56,5% agora), enquanto Clécio passou de patamar de 24-27% para 33,1% em agosto e 38,1% em setembro.
A rejeição (possibilidade de citar mais de um nome) aponta Clécio com 35,6% (queda em relação aos 39,3% de agosto) e Furlan com 22,3% (alta ante os 18,6% do mês anterior). Delegado Marcos tem 15,0% de rejeição.O recorte por escolaridade é o mais contrastante: Furlan lidera com folga entre eleitores de ensino fundamental (59,9%) e médio (59,8%), mas Clécio vence entre os de ensino superior (50,2% a 42,8% no cenário 1).
Senado: Rayssa Furlan na liderança
Na espontânea para senador (até duas menções), Rayssa Furlan tem 29,3%, Randolfe 19,1% e Lucas Barreto 16,3%. “Não sabe” chega a 32,9%.No estimulado (também com até duas citações), os percentuais são:
- Rayssa Furlan: 54,0%
- Randolfe: 36,7%
- Lucas Barreto: 36,1%
- Acácio Favacho: 21,4%
- Alliny Serrão: 20,0%
- Capi: 6,1%
- Demais abaixo de 2%
Na primeira opção isolada, Rayssa Furlan marca 38,7%, Randolfe 24,0% e Lucas Barreto 11,0%. Na segunda opção, Lucas Barreto lidera com 25,1%, seguido por Rayssa Furlan (15,3%).Em relação a agosto, Rayssa Furlan recuou levemente (de 56,0% para 54,0%), Randolfe ficou estável, Lucas Barreto caiu de 38,1% para 36,1%, enquanto Acácio Favacho subiu de 16,2% para 21,4% e Alliny Serrão de 18,4% para 20,0%.
Rayssa Furlan tem desempenho mais forte entre homens (56,9%) do que entre mulheres (51,2%). Randolfe e Alliny Serrão pontuam melhor no eleitorado feminino e no de ensino superior.MetodologiaAs entrevistas foram pessoais, domiciliares e presenciais. A amostra de 1.000 eleitores é representativa do eleitorado amapaense e foi selecionada em três etapas (sorteio de municípios e localidades por probabilidade proporcional ao tamanho e quotas por gênero, faixa etária, escolaridade e renda). O instituto informa que no mínimo 30% das entrevistas (300) foram auditadas.
A pesquisa consulta a população sobre a situação eleitoral para o Executivo estadual e o Legislativo federal em 2026. Os resultados refletem o momento da coleta e estão sujeitos à margem de erro de 3,2 pontos percentuais. Registrada no TSE (AP-03035/2026), a pesquisa foi realizada entre 25 e 27 de setembro de 2026 com 1.000 eleitores em 16 municípios do Amapá. O levantamento tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.
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